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30/07/2010 | domtotal.com
Senadores e ministros marcam almoço para afinar discurso de campanhas
Brasília - Senadores de todos os partidos da base do governo e praticamente toda a equipe ministerial participam, na terça-feira (3), de um almoço na residência do vice-líder do governo e líder do PTB no Senado, Gim Argello (DF). Existe no Executivo a preocupação de garantir a candidata à Presidência, Dilma Rousseff (PT), caso eleita, uma base de sustentação na Casa maior que a dos últimos oito anos de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
´Esse é um gesto para afinar o discurso em torno da campanha política´, afirmou Argello à Agência Brasil. Ele acrescentou que o próprio Lula está preocupado em garantir à Dilma uma base governista com margem de folga mais ampla que a atual, o que daria mais tranquilidade na aprovação de matérias de interesse do Executivo.
Assim, os ministros ficarão à disposição dos senadores para eventuais gravações nos programas de rádio e televisão e, também, prestar todos os esclarecimentos sobre projetos em andamento ou a serem implementados pelas diferentes pastas nos estados dos candidatos. ´Queremos aumentar as chances dos senadores´, ressaltou o vice-líder do governo, que também atua na equipe de coordenação de campanha de Dilma, para mediar as conversas entre ministros e parlamentares.
No governo Lula, a relação entre senadores aliados e Executivo nem sempre foi tranquila. Parlamentares de praticamente todos os partidos reclamaram, durante os oito anos, da dificuldade de conseguir audiências com os ministros e, até mesmo, de uma aproximação maior com o presidente.
Um exemplo disso foi a rejeição de várias matérias de interesse do governo pelos senadores. A mais emblemática foi a derrota, em dezembro de 2007, quando a oposição, com seis votos de aliados, conseguiu derrubar a prorrogação da vigência da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF) até 2011.
Gim Argello disse que já conversou com praticamente todos os parlamentares da base, que confirmaram presença, e 20 ministros que também se comprometeram a participar do almoço.
´Esse é um gesto para afinar o discurso em torno da campanha política´, afirmou Argello à Agência Brasil. Ele acrescentou que o próprio Lula está preocupado em garantir à Dilma uma base governista com margem de folga mais ampla que a atual, o que daria mais tranquilidade na aprovação de matérias de interesse do Executivo.
Assim, os ministros ficarão à disposição dos senadores para eventuais gravações nos programas de rádio e televisão e, também, prestar todos os esclarecimentos sobre projetos em andamento ou a serem implementados pelas diferentes pastas nos estados dos candidatos. ´Queremos aumentar as chances dos senadores´, ressaltou o vice-líder do governo, que também atua na equipe de coordenação de campanha de Dilma, para mediar as conversas entre ministros e parlamentares.
No governo Lula, a relação entre senadores aliados e Executivo nem sempre foi tranquila. Parlamentares de praticamente todos os partidos reclamaram, durante os oito anos, da dificuldade de conseguir audiências com os ministros e, até mesmo, de uma aproximação maior com o presidente.
Um exemplo disso foi a rejeição de várias matérias de interesse do governo pelos senadores. A mais emblemática foi a derrota, em dezembro de 2007, quando a oposição, com seis votos de aliados, conseguiu derrubar a prorrogação da vigência da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF) até 2011.
Gim Argello disse que já conversou com praticamente todos os parlamentares da base, que confirmaram presença, e 20 ministros que também se comprometeram a participar do almoço.
Agência Brasil
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